Envelhecer de forma saudável é uma discussão que abre diversos leques de argumentação. Com a expectativa de vida cada vez mais longa, falar de envelhecimento saudável se tornou uma pauta ainda mais importante no cenário nacional.
Isso faz com que cresça a necessidade de garantir que a terceira idade seja vivida com mais autonomia e ainda mais qualidade.
O panorama demográfico e a busca pelo envelhecimento saudável
O Brasil está passando por uma transição demográfica agitada. De acordo com levantamento do IEPS (Instituto de Estudos para Políticas de Saúde), o Brasil saiu na frente da Europa, por exemplo. Hoje, enquanto a Europa levou décadas para ampliar sua população idosa, o Brasil registrou essa transformação em um período muito mais curto, dobrando a proporção em pouco mais de 30 anos.
Isso amplia um cenário que discute muito sobre qualidade de vida. Viver mais não passa por somar anos aos documentos, mas, sim, por aproveitar essa fase com saúde, preservando vínculos sociais, funcionalidade, saúde mental e autonomia.
Tudo isso envolve a qualidade de vida nos lugares que a pessoa vive: fácil acesso a uma saúde de qualidade, com profissionais adequados, acessibilidade e apoio, desde a parte humana até atividades na cidade que abracem os idosos. Isso tudo muda e molda o panorama demográfico.
Pilares fundamentais para manter a mente e o corpo ativos na maturidade
Ao falar de envelhecimento saudável, alguns pilares fundamentais devem ser mantidos. No caso, comportamentos adequados e hábitos consistentes e saudáveis.
Corpo e mente se comunicam, e nessas fases da vida, uma atenção maior é exigida. Entre os principais cuidados, estão: alimentação saudável, práticas de atividade física, apoio da família e dos ciclos de convivência, além de acompanhamento preventivo. Esses hábitos ajudam a promover um processo mais saudável, além de reduzir riscos.
O mercado da longevidade e a necessidade de suporte especializado
A longevidade pede atualização e aprimoramento de um mercado que é ainda mais associado e especializado. Áreas como saúde, assistência social, arquitetura, educação, tecnologia, lazer, nutrição, fisioterapia e gestão de cuidados começam a buscar pessoas que se tornem capazes de cuidar com qualidade deste público.
Muito por conta disso que começam a crescer em buscas áreas que exigem o curso de gerontologia, por exemplo. Isso consolida mecanismos que tornam ainda mais capaz a busca por planejamento de políticas, serviços e cuidados para essa parte da população, que, como foi dito, está crescendo cada vez mais.
Promover o envelhecimento saudável é uma tarefa complexa, mas que compensa. Torna-se um objetivo longo e que pede uma ação coletiva, mas que aumenta ainda mais a qualidade de vida.
