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Em sua viagem ao G7, Lula acerta com presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, canal para solucionar crise da carne bovina
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Évian-les-Bain (França) — O presidente Lula teve nesta terça-feira (16/6), às margens do G7, uma reunião com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o presidente do Conselho Europeu, António Costa.
O principal tema do encontro foi o veto da União Europeia para a exportação de carne bovina e outros produtos de origem animal do Brasil. A decisão foi anunciada no início de junho e passa a valer a partir de setembro.

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Lula com Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen e Presidente do Conselho Europeu, António Costa na Cúpula do G7,
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Lula com Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen e Presidente do Conselho Europeu, António Costa na Cúpula do G7,
Ricardo Stuckert / PR
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Lula e Emmanuel Macron na reunião do G7 na França
Ricardo Stuckert / PR
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Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Reunião com a Primeira-Ministra do Japão, Sanae Takaichi, em Évian-les-Bains – França
Ricardo Stuckert / PR
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Lula e Janja chegam na França para reunião do G7
Ricardo Stuckert / PR
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Lula se encontra com o presidente francês, Emmanuel Macron
Ricardo Stuckert / PR
A suspensão ocorreu porque o governo brasileiro não enviou à Comissão Europeia, dentro do prazo, as evidências necessárias sobre o controle de medicamentos para tratar infecções em animais na produção nacional.
Na reunião, segundo o governo Lula, Brasil e União Europeia acertaram a criação de um canal direto entre o Itamaraty e a Comissão Europeia para identificar e tentar solucionar o veto.
De acordo com auxiliares de Lula, a ideia desse canal direto entre assessores do Itamaraty e da Comissão Europeia é fazer um acompanhamento político das negociações técnicas sobre o tema.
Segundo o Palácio do Planalto, Lula se comprometeu a buscar soluções que contemplem as preocupações europeias, seja de ordem sanitária, fitossanitária e de proteção da sua indústria de aço.
A nota do governo brasileiro cita ainda que os dois lados se comprometeram a buscar soluções que também contemple os legítimos interesses exportadores do Brasil, “consubstanciados no acordo Mercosul-União Europeia’.
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