Na quarta-feira, 24, uma série de terremotos devastadores atingiu a Venezuela, gerando uma onda de apoio internacional às vítimas, com promessas de ajuda no resgate e recuperação. Entre as reações, destacou-se a manifestação do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, que expressou preocupação e reiterou a disposição do Brasil em apoiar o governo da presidenta interina, Delcy Rodríguez, em suas iniciativas de recuperação.
Apesar de sua situação nos Estados Unidos, o ditador Nicolás Maduro também se pronunciou, clamando por união e solidariedade entre sua população para que pudessem ajudar as equipes de resgate e as comunidades afetadas. Ele pediu que o país enfrentasse o desastre com serenidade e espírito de reconstrução.
Na América Latina, muitos países se mobilizaram rapidamente. O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, anunciou o envio de 300 socorristas e 50 toneladas de suprimentos destinados a Caracas. O presidente da República Dominicana, Luis Abinader, e o presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, também se prontificaram a enviar equipes de busca e resgate, demonstrando a disposição de solidariedade regional.
Líderes de outros países latino-americanos, como o Equador, Argentina e Uruguai, expressaram apoio humanitário e reafirmaram a necessidade de uma resposta internacional unificada, independentemente das divergências políticas. Em Honduras e Costa Rica, os presidentes afiliados também enviaram mensagens de solidariedade às famílias afetadas.
Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump falou sobre a magnitude da tragédia e ofereceu ajuda americana. O secretário de Estado, Marco Rubio, também expressou condolências e anunciou a assistência humanitária imediata. O governo mexicano, através da presidente Claudia Sheinbaum, também se mostrou disposto a ajudar com a solicitação da Venezuela.
Na Europa, o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, manifestaram solidariedade e afirmaram que a União Europeia estava ativando seu sistema de vigilância por satélite para ajudar nas respostas ao desastre. O presidente francês, Emmanuel Macron, também garantiu o envio de uma equipe de resgate e se colocou à disposição para coordenar esforços com outros países europeus.
Na Ásia, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, expressou suas orações pela recuperação dos afetados. Enquanto isso, equipes de resgate trabalham arduamente nos escombros das áreas confirmadas com estragos. Os abalos sísmicos de magnitudes 7,2 e 7,5 causaram grandes danos, incluindo o desabamento de prédios e interrupção de serviços essenciais.
Até o momento, números oficiais reportaram 164 mortos e 971 feridos, mas as autoridades alertam que esse número pode aumentar à medida que as buscas progridem. O país agora enfrenta um desafio monumental: localizar sobreviventes, assistir os desabrigados e iniciar a tão necessária reconstrução das regiões afetadas. Que o espírito de solidariedade se mantenha forte neste momento de crise, enquanto a nação busca recuperar-se do desastre.