Chacina mais grave do DF: entenda a denúncia do crime em detalhes

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Maior chacina do DF: confira a denúncia do crime ponto a ponto - destaque galeria

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Vítimas da barbárie. Da esquerda para direita, de baixo para cima: Cláudia, Marcos Antônio, Renata Juliene, Ana Beatriz, Gabriela, Thiago, Elizamar, Rafael, Rafaela e Gabriel

Metrópoles

Autores do crime. Da esquerda para a direita: Fabrício Canhedo, Carlomam Nogueira, Carlos Henrique da Silva, Horácio Carlos Barbosa e Gideon de Menezes

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Autores do crime. Da esquerda para a direita: Fabrício Canhedo, Carlomam Nogueira, Carlos Henrique da Silva, Horácio Carlos Barbosa e Gideon de Menezes

Carla Sena/Arte Metrópoles

Vítimas da barbárie. Da esquerda para direita, de baixo para cima: Cláudia, Marcos Antônio, Renata Juliene, Ana Beatriz, Gabriela, Thiago, Elizamar, Rafael, Rafaela e Gabriel

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Vítimas da barbárie. Da esquerda para direita, de baixo para cima: Cláudia, Marcos Antônio, Renata Juliene, Ana Beatriz, Gabriela, Thiago, Elizamar, Rafael, Rafaela e Gabriel

Arte/Metrópoles

A maior chacina da história do Distrito Federal, que resultou na execução de dez membros de uma mesma família, agora chega ao Tribunal do Júri. Acusados de um plano maligno de sequestros e extorsões, cinco indivíduos enfrentam penas que podem totalizar 358 anos. O crime foi premeditado, fruto de uma disputa por uma chácara no Itapoã.

Um Plano Cruel

Em janeiro de 2023, os réus, liderados por Gideon Batista de Menezes e Horácio Carlos Ferreira Barbosa, orquestraram um ataque brutal para tomar a chácara de Marcos Antônio Lopes de Oliveira, que, ironicamente, nem era o proprietário do local. Ao longo de três meses, os criminosos criaram um esquema onde atraíam as vítimas para emboscadas, levando-as à morte sistemática e à ocultação de corpos. A intenção era clara: garantir que nenhuma testemunha permanecesse viva.

Os detalhes são perturbadores. Marcos foi o primeiro a ser assassinado; em seguida, sua esposa, filhos e até netos, todos alvos da ganância dos acusados. O crime incluiu ameaças, sequestros e a execução em série de familiares, que foram arrastados para um cativeiro e depois assassinados em diferentes locais para evitar descobertas.

Prestes a Enfrentar a Justiça

O julgamento, que começa nesta segunda-feira (13/4), promete revelar a sordidez dessa trama. Com crime organizado e sememelhança com um filme de horror, a realidade é bem mais chocante. O promotor de Justiça, Daniel Bernoulli, ressaltou que mais de 100 crimes estão documentados contra os acusados, cada um mais brutal que o outro. Serão julgados por homicídio qualificado, latrocínio e até corrupção de menor.

Essa tragédia não só abala o Distrito Federal, mas ecoa por todo o Brasil. Como podemos permitir que tal brutalidade aconteça sem que as autoridades ajam em nome da justiça? Os réus estão a um passo de enfrentar a condenação que a sociedade exige. O que pensa sobre a justiça nesse caso? Compartilhe suas opiniões.

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