Ouro opera em leve estabilidade amid tensões no Oriente Médio

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Na sessão de segunda-feira, 8, o preço do ouro permaneceu próximo à estabilidade em um contexto volátil, influenciado por tensões geopolíticas entre Irã e Israel. Embora tenha registrado uma leve queda de 0,04%, fechando a US$ 4.363,4 por onça-troy, o mercado se mostra nervoso quanto à possibilidade de mais conflitos que possam afetar o setor energético e, consequentemente, a inflação.

O metal precioso começou o dia em queda, atingindo um valor inferior a US$ 4.300, o menor nível desde dezembro de 2025, mas conseguiu se recuperar um pouco. O cenário ainda é tenso, uma vez que analistas do TD Securities assinalam que um acordo de paz duradouro continua difícil, o que impede um retorno seguro ao fluxo normal de petróleo.

Além disso, a consultoria mantém a perspectiva de que os mercados de energia podem continuar sob pressão, enquanto o valor dos metais preciosos permanece vulnerável diante das crescentes temáticas de inflação e expectativas de aumento das taxas de juros pelo Federal Reserve. O próximo índice de preços ao consumidor (CPI) será um indicador importante a ser divulgado na quarta-feira, dia 10.

A análise do MUFG indica que interrupções frequentes no Estreito de Ormuz estão sustentando preços do petróleo elevados e alimentando as preocupações inflacionárias. A combinação com dados econômicos robustos dos Estados Unidos reforça a expectativa de que as taxas de juros permaneçam em alta por um período extenso.

Por outro lado, o Citi Research prevê que, caso o estreito continue fechado até setembro, o impacto sobre a demanda pode ser significativo. Essa situação poderia empurrar os preços do ouro para níveis tão baixos quanto US$ 3.500, como os registrados há 10 meses.

Diante desse panorama, fica claro que tanto o mercado de ouro quanto o de petróleo estão incertos, com potenciais oscilações aguardadas. Quais são suas opiniões sobre essas tendências? O que você acha que pode acontecer nas próximas semanas? Compartilhe conosco suas ideias!

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