Na recente reviravolta envolvendo a WePink, a juíza Tatianne Marcella Mendes, da 14ª Vara Cível e Ambiental de Goiânia, antecipa a audiência de conciliação entre a marca e o Ministério Público de Goiás (MPGO). A decisão surge após a influenciadora Virginia Fonseca manifestar interesse em resolver as irregularidades apontadas pelo MPGO.
Entretanto, a situação se complica: Virginia está temporariamente proibida de realizar livestreams até que prove ter estoque suficiente de produtos da WePink. Essa proibição judicial é resultado de um pedido do MPGO, que registrou alarmantes 120 mil reclamações sobre a empresa em menos de dois anos.

Virginia Fonseca é dona da WePink
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A We Pink foi criada em parceira com Samara Pink
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Na decisão datada de 7 de novembro, a juíza não especificou uma nova data para a audiência, mas mencionou que o MP apresentou um Termo de Compromisso, evidenciando que ambas as partes estão buscando uma solução amigável. O objetivo da audiência antecipada, inicialmente agendada para 13 de novembro de 2025, é incentivar a composição entre as partes, destacando a necessidade de eficácia e agilidade no processo.
O cenário gerado pela WePink é alarmante: além das mais de 120 mil queixas, a ação civil pública, protocolada recentemente, levou à suspensão de lives e outras atividades promocionais. Apesar de a empresa solicitar a revogação da liminar, alegando que os dados do MPGO estariam desatualizados, a juíza decidiu pela manutenção das restrições, ressaltando a importância do diálogo contínuo entre as partes.
WePink, da Virginia, é destaque de reclamações durante Black Friday
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Como essa história se desenrolará? A WePink e Virginia Fonseca estão em um momento crucial: a chance de reconstruir a reputação da marca e atender às expectativas dos consumidores está em suas mãos. E você, o que acha dessa situação? Compartilhe suas opiniões nos comentários!



