InícioEditorialHilux SRX: confira a avaliação da versão mais vendida da picape

Hilux SRX: confira a avaliação da versão mais vendida da picape

A versão SRX, que custa R$ 325.490, corresponde a quase metade das vendas da Hilux

A Hilux, picape média mais vendida no Brasil, não é um veículo acessível. Sua opção mais barata custa R$ 220.690 e está longe de ser requintada e luxuosa. O foco dessa configuração, que nem caçamba tem, é o trabalho. A cabine é simples e a transmissão é manual. Apesar do preço, corresponde a apenas 2,33% das vendas do utilitário.

Por outro lado, a versão SRX, que custa R$ 325.490, é a preferida dos consumidores que estacionam a picape da Toyota em suas garagens. Ela equivale a 45,15% das vendas neste ano e vende o dobro da SRV, que custa R$ 290.690.

Rodei com a SRX por alguns dias para entender os pontos positivos e negativos desse modelo que vendeu quase o dobro da Chevrolet S10, que ocupa a segunda posição nas vendas. Entre janeiro e o dia 15 de dezembro, foram emplacadas 45.059 Hilux no mercado brasileiro. No mesmo período, a S10 teve 21.422 unidades licenciadas. A terceira posição ficou com a Mitsubishi L200 (14.581), a quarta, com a Ford Ranger (13.309) e, a quinta, com a Nissan Frontier (8.162).

Em comum, todas as picapes desse porte à venda no país são equipadas com propulsão a diesel. A última a deixar de oferecer motorização bicombustível foi justamente a da Toyota. Na opção SRX, a Hilux aplica o motor 2.8 litros que rende 204 cv de potência e 50,9 kgfm de torque. Ele é acoplado a uma transmissão automática sequencial de seis velocidades.

A tração é inicialmente traseira, mas o motorista pode girar um seletor e transferir automaticamente tração para o eixo dianteiro. Há ainda a possibilidade de utilizar a reduzida, que é acionada pelo mesmo comando.

De acordo com o programa de etiquetagem coordenado pelo Inmetro, a média urbana de consumo é de 10,1 km/l e de 11,3 km/l no percurso rodoviário. Em nossa avaliação, a média urbana foi de 9,5 km/l e de 11 km/l em estradas.

A potência e o consumo são compatíveis com modelos concorrentes. A capacidade de carga também – 1 tonelada para essa versão. Alguns outros atributos vão se afunilando, como a garantia de cinco anos e os sete airbags. Entre os rivais, só a Ranger empata nesses quesitos.

O custo médio das cinco primeiras revisões, que devem ser feitas a cada 10 mil quilômetros ou 12 meses, é de R$ 1.830. Ou seja, a Hilux SRX tem o custo de revisão mais alto do que versões similares da S10 (R$ 1.293), Frontier (R$ 1.376), Ranger (R$ 1.490) e L200 (R$ 1.641).

Segurança ativa
A Hilux conta com diversos recursos de auxílio à condução, que facilitam a vida do motorista e podem prevenir eventuais acidentes. Um dos sistemas que podem te livrar de um infortúnio é o assistente de pré-colisão, que detecta inclusive pedestres e ciclistas. Na iminência de um choque, ele emite um sinal sonoro e visual, e ainda pode frear a picape.

Há também um alerta sobre mudança de faixa, que avisa quando o motorista troca de pista sem ligar a seta, e o piloto automático adaptativo, que reduz automaticamente a velocidade caso o veículo que trafega à frente esteja mais devagar.

Conclusão
Em relação aos equipamentos, a direção tem assistência hidráulica, mas já poderia ser elétrica. De qualquer forma, é bem equipada. A versão SRX tem sistema de som da JBL, saída traseira de ar, mas faz falta uma central multimídia mais evoluída.

Sua suspensão não é a melhor da categoria. Poderia ser mais confortável no trânsito urbano. No entanto, com pelo menos 300 kg na caçamba, a picape fica mais dócil com os passageiros.

Com cabine dupla e tração 4×4, a Hilux tem capacidade para transportar 1 tonelada

O custo de aquisição da versão SRX é mais alto do que o de duas concorrentes: L200 Triton Sport HPE-S (R$ 317 mil) e S10 High Country (R$ 320 mil). E inferior ao da Frontier Platinum ou Pro4X (R$ 327 mil) e da Ranger Limited (R$ 330 mil).

Porém, a Hilux ainda tem mais três versões: SRX Limited (R$ 337.990), Conquest (R$ 339.190) e GR-S (R$ 354.790).

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