InícioEditorialPolítica NacionalNikolas Ferreira participa de evento no Planalto e é tietado por estudantes

Nikolas Ferreira participa de evento no Planalto e é tietado por estudantes

Foto: Zeca Ribeiro/Arquivo/Agência Câmara

O deputado Nikolas Ferreira 12 de março de 2024 | 11:41

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), eleito presidente da Comissão de Educação, participa da cerimônia de anúncio de 100 novos campi de institutos federais nesta terça-feira, 12, realizada pelo Palácio do Planalto. O deputado é tietado por estudantes do local.

Nikolas Ferreira saiu do espaço reservado aos parlamentares para se juntar a estudantes e representantes da sociedade civil, que são convidados pelo governo federal a participar do evento. O parlamentar tirou fotos e conversou com alguns estudantes.

Na semana passada, o deputado foi eleito presidente da Comissão de Educação por 22 votos favoráveis e 15 votos brancos. A decisão ocorreu após falhar a articulação de parte do PT, que tentava impedir que o parlamentar indicado pelo PL ocupasse o posto. Nikolas Ferreira é um dos deputados que compõem a linha de frente de parlamentares apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A Comissão de Educação possui 41 membros e Nikolas, como presidente, deve influenciar a pauta do colegiado com temas caros à bancada conservadora, como a defesa da educação domiciliar (homeschooling) e o combate ao uso da linguagem sem marcação de gênero.

O parlamentar não apresentou nenhum projeto de lei sobre o tema desde que assumiu o mandato no Congresso Nacional. Em três anos de carreira política – dois como vereador na capital mineira e um como deputado – ele propôs dois projetos próprios e outros cinco como coautor, em Brasília, e outros 15 enquanto vereador em Belo Horizonte. No Congresso, nenhum tem a educação como foco. Procurado pelo Estadão, Nikolas Ferreira não se manifestou.

Na Câmara há um ano e três meses, o deputado mineiro abordou apenas temas de repercussão midiática e de enfrentamento ideológico, como a facilitação para aquisição, cadastro, registro e posse de armas de fogo e de munição, a criação de delegacias especializadas em conflitos agrários e a classificação do Hamas e do Hezbollah como grupos terroristas.

Sofia Aguiar e Paula Ferreira/Estadão Conteúdo

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