InícioEditorialPolícia identifica suspeito de agredir homem com soco durante assalto em Copacabana

Polícia identifica suspeito de agredir homem com soco durante assalto em Copacabana

A Polícia Civil identificou o suspeito de agredir um homem com um soco durante um assalto em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro. De acordo com informações da corporação, ele possui nove anotações criminais por roubo, furto e tráfico de drogas, além de ter sido presos duas vezes. Agora, os agentes buscam identificar os demais envolvidos e reunir outras evidências para concluir o inquérito. O crime ocorreu no sábado, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Na ocasião, a vítima tentou defender uma mulher que estava sendo atacada por um grupo e acabou sendo covardemente agredido. Após levar um soco, ele caiu desmaiado e teve seus pertences roubados. Imediatamente após ter ciência do crime, a 13ª DP iniciou a investigação. A vítima foi ouvida e outras diligências foram realizadas para que se chegasse a identificação da agressão. Uma câmera de segurança registrou a ação dos criminosos. Uma mulher foi cercada por um grupo. Assustada, a vítima correu, mas logo foi alcançada pelos suspeitos. Neste momento, um homem usando camisa branca e bermuda azul tenta ajudar a vítima e acaba encurralado pelos criminosos. Os suspeitos empurram o homem contra um vaso de planta, que estava na calçada. Ele ainda leva um chute antes de ser atingido por um soco e cair desacordado. Mais suspeitos se aproximam e revistam os bolsos da vítima caída.

A ação dos criminosos irritou moradores do tradicional bairro da capital fluminense. Um perfil no Instagram está divulgando imagens de suspeitos, inclusive com seus números de CPF. Algumas das fotos são de menores de idade que já cumpriram medidas socioeducativas por prática de delitos. Além disso, circulam nas redes sociais vídeos de pessoas que estariam perseguindo acusados de cometerem crimes na zona sul. A Secretaria de Estado de Polícia Militar ressaltou que convocações para agressões ou perturbação da ordem pública não são maneiras adequadas de resolver ações criminosas. A prática, inclusive, pode ser configurada como crime.

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