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Política estratégica para o turismo no Brasil pode ajudar na economia

Presidente da Embratur, Marcelo Freixo e deputado federal, Felipe Carreras (PSB-PE) debateram sobre o setor

Karoline Cavalcante/Jovem Pan News

Convidados debatem desafios do turismo no Brasil

O programa JP Ponto Final, comandado por Claudio Dantas, diretor de jornalismo da Jovem Pan em Brasília, debateu o potencial turístico do Brasil e os principais desafios enfrentados. Participam do programa o presidente da Embratur (Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo) Marcelo Freixo e o deputado federal Felipe Carreras (PSB-PE). A presidente em exercício da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), Ana Carolina Medeiros, apontou que as maiores dificuldades enfrentadas atualmente estão relacionadas à estrutura e ao deslocamento. “O que nós precisamos é melhorar cada vez mais as estruturas, tanto nos locais de destino, como também o deslocamento, que é o nosso grande gargalo, seja ele aéreo, terrestre e muitas das vezes fluvial, por mar ou por rio”, disse Medeiros

Citando as políticas transversais que o turismo exige, o presidente da Embratur destacou que o setor não caminha sozinho e tem potencial para solucionar outros problemas do país, como segurança, infraestrutura e mobilidade. “O Brasil é extraordinário mas ninguém visa um lugar só porque ele é extraordinário, visa porque ele é extraordinário mas tem que ser aconchegante, tem que ser seguro. Se a gente entende que o turismo é a geração de emprego e renda do século 21 por causa da sustentabilidade, o turismo pode ser a solução desses problemas, se eu invisto no turismo eu melhoro a segurança, se eu invisto no turismo eu melhoro a educação, se eu invisto no turismo eu melhoro o transporte”, afirmou Freixo.

Carreras concorda com o ponto e defende também que a Embratur passe a promover o turismo no Brasil em outros países. “As pessoas do mundo não conhecem Fernando de Noronha porque não é promovido, lá é um destino estruturado, que tem a capacitação mas infelizmente não tem a promoção internacional”, disse o deputado, que acrescentou que não adianta fortalecer o turismo doméstico sem conectividade aérea. “Depois da pandemia a gente teve uma redução de conectividade com companhias com dificuldade de pagar as prestações das aeronaves, a Gol devolveu avião, a Azul devolveu avião, a Latam devolveu avião, a Latam entrou em um processo de recuperação judicial. A gente tem que olhar para antes da pandemia, uma grande companhia aérea quebrou, saiu do mercado, que foi a Avianca, uma companhia que tinha 60 aeronaves, então veja a conectividade aérea que a gente perdeu”, finalizou.

Confira abaixo a íntegra do Programa Jovem Pan Ponto Final: 

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