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A FALTA DE GOLS DO BAHIA: UM PROBLEMA CRÔNICO

Cristian Olivera marcou dois gols pelo Bahia em 2026 –
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A ineficiência ofensiva voltou a ser o calcanhar de Aquiles do Bahia, evidenciado na derrota para o Palmeiras, onde o Tricolor teve múltiplas oportunidades, mas falhou em convertê-las em gols. Desde a chegada de Rogério Ceni, a responsabilidade de balançar as redes tem sido compartilhada, mas agora a equipe enfrenta um dilema: por que os atacantes não estão cumprindo seu papel?
Os pontas, antes considerados promissores, parecem estar em uma falta de inspiração. Após o jogo contra o Palmeiras, Ceni expressou preocupação, ressaltando que a maioria dos gols estão “resumidos no número 9”. A pergunta que todos se fazem é: onde está a contribuição dos atacantes nas laterais?
A CRISE DOS PONTAS pode ser vista em jogadores como Cristian Olivera, que teve a chance de mudar o jogo, mas perdeu um gol feito. Erick Pulga, outro atacante que tem apenas um gol na temporada, exemplifica a luta do elenco em transformar chances em pontos. Ademir, que foi o maior assistente do time no passado, perdeu espaço e não marca desde a estreia em 2026.

Cristian Olivera, por exemplo, teve a chance de virar o duelo diante do Palmeiras, mas teve chute na pequena área bloqueado pelo goleiro Carlos Miguel. | Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia
Há sete jogos, a crise de gols se agrava: atacantes de beirada não marcam, aumentando a pressão sobre o Bahia. A última vez que um deles encontrou o fundo das redes foi na semifinal do Campeonato Baiano. Fica claro que a necessidade de gols em situações de bola parada e finalizações rápidas se tornou uma prioridade.
A situação é crítica e exige uma reflexão profunda. O que precisa mudar para que o Bahia recupere o caminho das vitórias? Torcedores e analistas estão ansiosos por respostas e, principalmente, por ver os atacantes fazendo o que mais sabem: marcar. Deixe sua opinião nos comentários e acompanhe o desenvolvimento da equipe!