Descoberto calote de R$ 3,6 bilhões da Braskem no Banco do Brasil, e ações da BRKM5 despencam mais de 10%

Compartilhe

As ações da Braskem (BRKM5) sofreram uma queda drástica de 11,27%, alcançando o valor de R$ 9,61, após uma impressionante valorização de 20% em apenas quatro sessões. Esse deslizamento, ocorrido na última quinta-feira (12), estava relacionado a alegações de que a empresa seria responsável por um calote de R$ 3,6 bilhões dado a uma empresa, impactando diretamente o Banco do Brasil (BBAS3) no último trimestre do ano passado.

Desmentido e Consequências

A Braskem se apressou em negar a acusação, afirmando que “não tem dívida com o referido banco, assim como não tinha em 2025”. Essa negativa destaca a complexidade da situação, onde a desconfiança se Aloja no mercado e afeta a confiança dos investidores. Mesmo com a regularização da operação de crédito inadimplente em janeiro, o banco não revelou qual empresa estava por trás do calote.

Impactos no Setor e Decisões Estratégicas

Além das dificuldades financeiras, a Braskem se vê em um cenário delicado, enfrentando uma condição de mercado difícil para a indústria petroquímica, com excessos de oferta e preços em queda. Recentemente, a Braskem também confirmou que a Petrobras (PETR3;PETR4) não exercerá seu direito de preferência na potencial venda de ações, o que elevou ainda mais a apreensão entre os investidores. Isso ocorreu logo após a Petrobras autorizar sua diretoria executiva a seguir com as decisões necessárias para implementar essa medida.

A situação da Braskem é um exemplo claro de como rumores e desmentidos podem influenciar o mercado financeiro, ressaltando a importância de informações sólidas para preservar a confiança dos acionistas. O que virá a seguir para a Braskem e o setor petroquímico? Compartilhe sua opinião nos comentários.

Você sabia que o Itamaraju Notícias está no Facebook, Instagram, Telegram, TikTok, Twitter e no Whatsapp? Siga-nos por lá.

Veja também

Mais para você