Petróleo dispara 9% e ultrapassa US$ 100 em meio a novas ameaças do Irã à navegação no estreito de Ormuz

Compartilhe

O petróleo disparou 9% nesta quinta-feira, 12, impulsionado por crescentes tensões no Estreito de Ormuz, uma das rotas mais críticas para o transporte de petróleo no mundo. O novo líder do Irã, Mojtaba Khamenei, fez declarações alarmantes, indicando que a passagem permanecerá fechada e prometeu “vingança” pelas mortes de iranianos na guerra com os Estados Unidos.

Tensões Crescentes no Estreito de Ormuz

Como resultado, o preço do petróleo WTI para abril subiu 9,74%, fechando a US$ 95,73 o barril, enquanto o Brent para maio aumentou 9,21%, atingindo US$ 100,46. A escalada nos preços ocorreu simultaneamente a ataques iranianos a refinarias no Iraque, reforçando a percepção de insegurança na região.

Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei, morto em ataques dos EUA e Israel, ameaçou abrir novas frentes de combate caso as hostilidades na região não cessem. Essas declarações, somadas a imagens de petroleiros em chamas, ofuscaram até mesmo a notícia de uma liberação recorde de reservas pela Agência Internacional de Energia, que reduziu suas previsões de crescimento na produção global de petróleo.

Alternativas e Novas Estratégias

Em meio à crise, o governo do Iraque anunciou planos para rotas alternativas de exportação de petróleo, após suspender parte da produção devido à ofensiva militar iraniana. Por sua vez, a Saudi Aramco está em negociações para adquirir drones que podem proteger seus campos de petróleo, em uma clara resposta ao aumento da insegurança na região.

Esses eventos destacam a fragilidade do mercado de petróleo e a interconexão entre geopolítica e economia. A atual escalada de conflitos pode ter consequências severas não apenas para os países envolvidos, mas para a economia global como um todo. O que você acha que deve ser feito para estabilizar essa situação volátil? Sua opinião é essencial para entender o futuro do mercado energético.

Você sabia que o Itamaraju Notícias está no Facebook, Instagram, Telegram, TikTok, Twitter e no Whatsapp? Siga-nos por lá.

Veja também

Mais para você