A 30ª edição da Parada LGBT+ de São Paulo reuniu 36,8 mil pessoas neste domingo (7/6), segundo dados do Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP)/Cebrap e a ONG More in Common. O horário de pico foi às 14h37 e, como a margem de erro é de 12%, a estimativa é de que 32,3 mil e 41,2 mil participantes circularam pela Paulista durante esse momento.
A contagem é feita a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial. O evento, realizado sob o sol durante todo o período, foi considerado um sucesso, mesmo com a queda de patrocinadores. No ano passado, a Parada levou 50 mil participantes à Avenida Paulista.

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Imagens captadas às 11h32.
Divulgação/Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e a ONG More in Common
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Imagens captadas às 12h22.
Divulgação/Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e a ONG More in Common
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Imagens captadas às 12h58.
Divulgação/Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e a ONG More in Common
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Imagens captadas às 14h37.
Divulgação/Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e a ONG More in Common
O tema deste ano foi “Parada SP 30 anos: A rua convoca, a urna confirma”, incentivando a luta, coragem e ocupação nas ruas. O evento aconteceu sem a presença das principais autoridades de São Paulo, como o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Já o governo federal foi representado pela ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Janine Mello.
Hilton ovacionada
A deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) também discursou e arrancou aplausos da multidão na Parada LGBT+. A parlamentar, que apresentou projeto que põe fim à jornada 6×1, comemorou a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na Câmara dos Deputados.

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Multidão participa da 30ª edição da Parada LGBTI+ de SP na Paulista
Kaue Agostinho/Metrópoles
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Público fantasiado na 30ª edição da Parada LGBTI+ de SP na Paulista
Elaine Cruz/Agência Brasil
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30ª edição da Parada LGBTI+ de SP na Paulista
Kaue Agostinho/Metrópoles
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Multidão participa da 30ª edição da Parada LGBTI+ de SP na Paulista
Reprodução/Instagram ParadaSP
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Multidão participa da 30ª edição da Parada LGBTI+ de SP na Paulista
Reprodução/Instagram ParadaSP
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Multidão participa da 30ª edição da Parada LGBTI+ de SP na Paulista
Reprodução/Instagram ParadaSP
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Movimentação na Avenida Paulista, em São Paulo, durante a concentração da 21° Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Este ano, o tema é o Estado Laico e o trajeto será: Avenida Paulista, Rua da Consolação até a dispersão na Praça da Republica, centro da cidade
RODRIGO PIVAS/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
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Paulo Pinto/Agência Brasil
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Bandeira vendida na Parada LGBT+ agradece à Preta Gil, falecida em 2025
Alessandra Ferreira/Metrópoles
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Leques na Parada LGBT+ é vendida por ambulantes em São Paulo
Alessandra Ferreira/Metrópoles
A PEC agora tramita no Senado e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), foi alvo de cobrança da parlamentar.
“A maior vitória da classe trabalhadora brasileira veio das mãos dessa comunidade, veio das mãos de uma travesti preta, de uma bicha preta”, disse Erika Hilton. “Vamos usar a força da nossa comunidade para pressionar o Senado da República para destravar a PEC do fim da escala 6×1. Senador Davi Alcolumbre, o Brasil quer mais tempo, o Brasil quer descanso, o Brasil quer dignidade”, completou.
Sâmia citou pressão de fundamentalistas
Colega de Hilton no PSol, a deputada federal Sâmia Bomfim criticou empresas que já apoiaram a Parada LGBT+, mas deixaram de patrocinar o evento por pressão de “fundamentalistas e conservadores” (veja abaixo). Ela discursou em um trio elétrico na Avenida Paulista.
A parlamentar disse que o público deve mostrar aos patrocinadores que “LGBT também compra, também paga imposto, também circula pela cidade e merece respeito” e que a comunidade deve cobrar essas empresas.
“Aos ex-patrocinadores da Parada, que por anos lucraram com o discurso de suposto respeito, de suposta diversidade, mas que na primeira pressão e lobby dos fundamentalistas e conservadores, abandonaram a comunidade […] Se eles querem lucrar com os corpos diversos, vão ter que respeitar e garantir direitos aos corpos diversos”, afirmou.













