O meia ganês Thomas Partey não conseguirá participar da partida de sua seleção contra o Panamá na Copa do Mundo, que acontece em Toronto. Um tribunal canadense rejeitou um recurso que contestava a negativa de visto imposta ao jogador. A decisão do governo do Canadá, que impede Partey de entrar no país, gerou preocupação entre os torcedores ganeses.
Na semana passada, o governo canadense negou a entrada do atleta de 33 anos, levando seus advogados a apresentar um recurso no Tribunal Federal de Ottawa. O juiz Roger Lafreniere, ao indeferir o pedido, mencionou que Partey buscava uma “medida cautelar extraordinária” para anular a decisão de inadmissibilidade e facilitar sua participação em um evento específico.
A advogada de Partey, Mackeda Bramwell, havia expressado esperança em um resultado favorável antes do veredicto. Ela deixou claro que não haveria um novo recurso caso a decisão não saísse a favor do jogador. Após a negativa, não se teve mais notícias sobre suas declarações.
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Embora tenha recebido um visto para os EUA, a legislação canadense permite que cidadãos estrangeiros sejam considerados inadmissíveis sem que haja uma condenação anterior. Um porta-voz do Departamento de Imigração, Refugiados e Cidadania do Canadá, afirmou que a inadmissibilidade pode ser aplicada quando há indícios razoáveis de que um ato irregular foi cometido.
A recusa do visto causou descontentamento entre os torcedores ganeses, tanto em Gana quanto na diáspora canadense. Akua Mensah, uma canadense de origem ganesa, expressou sua frustração com a decisão, classificando-a como lamentável.
O episódio não apenas prejudica o jogador, mas também gera um clima tenso entre os fãs da seleção nacional, que esperam que a situação se resolva de forma justa e rápida. O torcedor, mais uma vez, se vê à mercê de dilemas pessoais que impactam seu time.
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