Campanha Nacional dos Bancários é lançada em Itamaraju

Nesta segunda-feira (25) foi a vez da população da cidade de Itamaraju acompanhar atos de protesto promovidos pelo Sindicato dos Bancários do Extremo Sul da Bahia (Sindibancários), dentro do cronograma da Campanha Nacional dos Bancários 2014. As mobilizações ocorreram em frente ao Bradesco, onde a abertura da agência foi retardada em uma hora,  e ao Banco do Brasil, ambos localizados na Cidade Alta.

Bolo-Distribui+º+úo

A exemplo do que ocorreu nas manifestações anteriores em Teixeira de Freitas, Eunápolis e Porto Seguro, os sindicalistas cobraram melhor atendimento por parte dos bancos, o fim do assédio moral e das metas abusivas, além da longa espera nas filas.

A pauta de reivindicações, que inclui reajuste salarial de 12,5%, foi entregue aos bancos no dia 11 deste mês, mas ainda não houve uma resposta. Durante os protestos em Itamaraju, os dirigentes do Sindibancários criticaram a demora dos banqueiros em responder às reivindicações.

Teatro Bradesco-Corda 2

Outro ponto defendido foi a questão da saúde dos bancários, que está sendo debatida entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), porém sem avanços. De acordo com Nelson Michelena, diretor do Sindibancários, as doenças ocupacionais vêm interferindo no dia-a-dia dos bancários.

O coordenador geral do sindicato, Carlos Eduardo Coimbra, sinalizou para uma possível greve geral dos bancários a partir de setembro, caso não haja uma resposta satisfatória por parte da Fenaban às reivindicações da categoria . “Esperamos que as negociações venham satisfazer a nossa pauta, a fim de se evitar uma greve geral”, ponderou o sindicalista.

Charanga Bradesco

Além da distribuição de bolos e refrigerantes, os atos contaram com a participação da Charanga Frevo, de Caravelas, e do grupo teatral Temat, de Teixeira de Freitas, que descontraíram os usuários de bancos que passaram nos locais. Além de chamar à atenção do povo em relação à Campanha Nacional, os atores do Temat arrastaram uma corda, em alusão ao “arrocho” nos bancos  e a luta dos bancários pela democratização no sistema financeiro.

Fonte: Sindibancários Extremo Sul-Contraf-CUT

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