Prado: TCM identifica irregularidades e anula concurso público de 2010

A Prefeita de Prado eleita nas durante as últimas eleições 2012 pelo PP, Maíra Brito, sendo a mais jovem prefeita da região, diante de diversas irregularidades e denúncias de fraudes por parte do gestor anterior João Alberto Viana Amaral (Jonga), reuniu na manhã dessa quinta-feira (01) no Hotel Jacarandá em Teixeira de Freitas com diversos veículos de comunicação da região, abordando acerca da anulação do concurso público de Prado, tendo ao seu lado a presença do Secretário de Administração Igor Lago e o Advogado Wanderson da Rocha Leite representando o jurídico da  prefeitura.
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Maíra Brito relatou, que após assumir a administração de Prado, recebeu diversas notificações referente as prestações de contas, convênios inadimplentes herdados pela administração anterior. A gestora ainda pontou varias irregularidades sobre o concurso. “Tomar uma decisão não é fácil, mas tivemos que instaurar sindicâncias e processos administrativos. Pois recebemos uma notificação do próprio tribunal de contas dos municípios que ainda não homologou o concurso público de 2010, além de um ofício com irregularidades, onde solicitamos esclarecimentos no processo”, declarou a Prefeita.
 
Maíra Brito disse estar triste por saber que tenham concorrido e acreditado no concurso, mas que durante o processo houve fraudes, informou que dentre em breve  haverá um novo concurso, porém tentará ser o máximo transparente.
 
De acordo com Maíra Brito foram demitidos 206 funcionários que participaram do concurso de 2010. Os valores no qual foram feitos durante as inscrições gerando mais de 1 mil inscritos, caso a pessoa se sinta lesada fica por conta da empresa que realizou o concurso (MSM Consultoria & Projetos LTDA) arcar com com os valores cobrados.
 
O procurador e Advogado que defende a Administração Municipal de Prado – explicou que sequência após assumir a administração municipal, buscou através do ministério público estadual, informações sobre as supostas irregularidades no edital 001/2010. Identificando que existe um ofício do MP estadual requerendo informações detalhadas sobre o concurso público.. Maíra Brito, determinou a abertura da sindicância e no final da apuração, ficou claro que era necessário anular todo o processo do concurso. Isso ocorreu na sequência de investigação, que ouviu inúmeros envolvidos e pessoas externas a todo o processo. Confirmando as irregularidades.
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Dr Wanderson explicou que a gestora com muita cautela observou as irregularidades e achou por bem publicar o decreto no dia (31). Pretende  procurar o Ministério Público para tentar fazer um termo de ajustamento de conduta se comprometendo com o município de Prado a realizar um novo concurso seguindo a legalidade dos princípios da administração pública, declarou.
Por | Carlos Figueredo – Itamaraju Notícias

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