InícioEditorialPolítica NacionalAvisamos que a perseguição viria, diz Damares sobre decisão do Fisco

Avisamos que a perseguição viria, diz Damares sobre decisão do Fisco

Vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica do Senado criticou anulação da isenção fiscal para líderes religiosos

A congressista afirmou que, no Brasil, a população já é “quase 50%” evangélica e que o governo não irá expulsar o grupo do país, mas “fará os dias dos evangélicos difíceis” Sérgio Lima/Poder360 – 6.dez.2018

PODER360 17.jan.2024 (quarta-feira) – 15h30

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica do Senado, criticou nesta 4ª feira (17.jan.2024) a decisão da Receita Federal de anular a norma que dava isenção fiscal a líderes religiosos.

“Começou! Nós avisamos que de uma forma ou de outra a perseguição viria. Por enquanto é a isenção, mas temos países aqui em nosso continente liderados pela esquerda onde líderes religiosos estão sendo presos e até mesmo expulsos”, disse a senadora.

A congressista afirmou que, no Brasil, a população já é “quase 50%” evangélica e que o governo não irá expulsar o grupo do país, mas “fará os dias dos evangélicos difíceis”.

“Mas segue um recado: o Coliseu não parou a Igreja. A perseguição não parou a Igreja. Os leões não pararam a Igreja do Senhor! Portanto, aqui e agora nada vai deter o povo da cruz”, disse Damares.

A medida de isenção para líderes religiosos começou a valer em 1º de agosto de 2022, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Leia mais abaixo a íntegra do ato.

A isenção foi dada duas semanas antes do início da campanha eleitoral pelo então secretário do Fisco, Julio César Vieira Gomes. Ele era funcionário público do órgão e foi demitido depois de envolvimento no caso das joias recebidas pelo ex-presidente como presente da Arábia Saudita.

Nesta 4ª feira (17.jan.2024), a revogação foi publicada no DOU (Diário Oficial da União). É assinada pelo secretário do Fisco, Robinson Barreirinhas. Eis a íntegra (PDF – 124 kB).

Segundo a Receita Federal, a decisão atende uma determinação do TCU (Tribunal de Contas da União) para suspender eficácia da regra. O benefício tributário valia para o salário de “ministros de confissão religiosa”, como pastores. Os valores pagos pelas igrejas aos líderes religiosos não eram considerados como remuneração direta ou indireta.

Eis a íntegra do ato publicado no governo Bolsonaro:

Você sabia que o Itamaraju Notícias está no Facebook, Instagram, Telegram, TikTok, Twitter e no Whatsapp? Siga-nos por lá.

Últimas notícias

“Tudo bem corintiano bater em mulher, Lula?”, diz Ciro Nogueira

Senador afirma ser “inaceitável” fala do presidente “perdoando” violência doméstica praticada por torcedores do...

Sem furar bolha da esquerda, Boulos anuncia 8º partido em coligação

São Paulo – Polarizando com o prefeito Ricardo Nunes (MDB) nestas eleições, o deputado...

Erik Cardoso busca medalha olímpica após quebrar recorde de 35 anos

Principal velocista do Brasil na atualidade, Erik Cardoso é uma das grandes promessas...

Presidente do Conselho da Vale reafirma “lisura” na escolha de novo CEO

Daniel Stieler disse que o cronograma está sendo seguido “rigorosamente”, mas ainda não há...

Mais para você